domingo, 14 de março de 2010

O último congresso de Ferreira Leite como líder


Manuela Ferreira Leite discursou naquele que será o seu último congresso como líder do PSD. Num discurso de balanço, a social-democrata centrou-se na situação económica do país e diz que o PSD previu o que iria acontecer. Avisou, mas o PS não ouviu. «Agora os portugueses estão desiludidos e perceberam que foram enganados», afirmou.

A ainda líder do partido começou por dizer que neste congresso se discutirá o futuro do partido e do país, mas foi para o passado que olhou. Releu partes do discurso que fez há dois anos em que falava sobre a situação económica e alertava para o aumento do desemprego. «Isto podia ter sido escrito hoje», afirmou.

«Os sinais estavam à vista. Se não os viram foi porque não quiseram ver», começou por dizer, adiantando que «esta análise foi feita pelo PSD como nenhum outro o fez».
«Hoje, já ninguém tem dúvidas de que tudo o que denunciamos está confirmado», disse ainda.

«Nunca quiseram ouvir os nossos avisos, mas agora reclamam consenso com os partidos da oposição», afirmou, referindo-se à votação o Orçamento de Estado e do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Ferreira Leite diz mesmo que «o PEC não é mais do que um programa de estabilidade e estagnação».

E afirmou que «só por desespero se podem aumentar impostos a pelo menos três milhões e meio de portugueses afirmando com a maior desfaçatez que não há aumento de impostos. Só por desespero o Governo propõe reduzir as despesas sociais quando não há melhoria no nível de desemprego»

«Estas políticas só são necessárias porque a política errada deste governo as tornou inevitáveis», disse ainda.

«Sabíamos que a história nos iria dar razão», afirmou Ferreira Leite, dizendo que «a questão que se coloca é como foi possível tanta irresponsabilidade», disse, garantindo que «a posição do PSD é decisiva para tranquilizar os mercados».

Balanço do mandato

«Passados quase dois anos sobre a data em que assumi a liderança do PSD, o balanço que faço tranquiliza-me. Dos três actos eleitorais que disputámos perdemos um, muito importante: as eleições legislativas. Em democracia os eleitores têm razões que não se discutem, e por isso eu não o faço. Não o discuto, mas lamento, por Portugal», afirmou.

Trama de interesses prejudica o país

Manuela Ferreira Leite disse ainda que «é preciso um estado independente dos interesses financeiros» e que «é evidente para todos que a malha de interesses em que o Estado está envolvido só prejudica o pais», dando como exemplo o negócio PT/TVI e os concursos públicos.

Fonte: Portugal diário "iol"

sábado, 13 de março de 2010

XXXII Congresso do PSD


Assista em directo ao XXXII Congresso.
MAFRA (13 e 14 de Março)
(Clique)
http://www.psd.pt/

PROGRAMA
Sábado, 13 de Março de 2010

10h00 – Recepção e credenciação

12h30 – Início do Congresso

Continuação dos trabalhos conforme deliberação da Mesa

Domingo, 14 de Março de 2010

10h00 – Reinício dos trabalhos

12h30 – Votação das propostas de alteração dos Estatutos

13h30 – Encerramento do Congresso

quinta-feira, 11 de março de 2010

Entrevista do Presidente da República

Em entrevista dada hoje (10 de Março) à RTP o Presidente da República, Cavaco Silva, afirmou que o Governo tem condições para governar e que a estabilidade política é fundamental para resolver os problemas do País.

O Presidente da República afirmou hoje na RTP, durante o programa de Judite de Sousa, "Grande Entrevista", transmitido directamente do Palácio de Belém, que a estabilidade política é fundamental para a concretização das medidas que o País precisa para sair da situação económica difícil em que se encontra.

Questionado se o Governo teria legitimidade para continuar a governar, Cavaco Silva afirmou que "o programa apresentado pelo Governo na Assembleia da República não foi rejeitado e nenhum partido apresentou uma moção de censura. A Assembleia da República não retirou a confiança ao Governo".

Em relação a uma possível dissolução do Parlamento em caso de ingovernabilidade, o Presidente considerou que o problema não se coloca actualmente. "A dissolução do parlamento só deve ocorrer em situações politicas muito graves".

"Há uma certa confusão em relação às competências do Presidente da República, o Presidente está proibido constitucionalmente de demitir o primeiro-ministro, o que pode é demitir o governo, mas essa é uma situação muito excepcional".

Quando questionado acerca do que faria na eventualidade da Comissão Parlamentar de Inquérito provar que o primeiro-ministro mentiu no Parlamento em relação ao caso do controlo dos media por parte do Governo, Cavaco Silva afirmou que "as conclusões políticas serão sempre tiradas pela Assembleia da República, só depois é que o Presidente da República pode ser chamado a intervir"

"Mas eu penso que Portugal precisa é de estabilidade política para poder enfrentar a situação económica difícil em que se encontra e não podemos dizer que o Governo não tem condições para tomar as medidas necessárias para enfrentar os problemas". " O Presidente da República não pode substituir as competências do Governo".

"A minha grande preocupação, como Presidente, é com aquilo que preocupa os portugueses, e nesse sentido, a minha grande preocupação é o elevado índice de desemprego, que é o que mais preocupa os portugueses neste momento".

Questionado sobre se considera que o Governo tem condições para levar o seu mandato até ao fim, Cavaco Silva considerou que "todos os presidentes desejam que os governos cumpram integralmente os seus mandatos e eu não fujo à regra, porque o que Portugal precisa é de estabilidade política
Fonte: Sapo.pt (notícias)

segunda-feira, 8 de março de 2010

A Crise e as Contas à Sócrates



O Governo já apresentou as principais medidas da actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que será entregue em Bruxelas no final do mês.
PEC: crescimento até 2013 é o mais baixo da Europa
Entre as novidades está um novo escalão de IRS, com uma taxa de 45%, para os rendimentos acima de 150 mil euros e a imposição de novos tectos aos benefícios fiscais, o que levará a que «quem ganha mais, pague mais».
Nas prestações sociais, há também novas medidas, que resultarão numa redução do peso das despesas em 0,5 pontos percentuais do PIB até 2013.
A função pública não terá aumentos salariais reais nos próximos anos e o objectivo é reduzir o número de funcionários.

O Governo adia ainda os prazos para o TGV e promete arrecadar 6 mil milhões de euros com privatizações. Mas não diz de que empresas.

Privatizações vão render 6 mil milhões

Governo adia TGV por dois anos
Novo escalão de IRS com taxa de 45%
Menos 100 milhões de euros/ano para a função pública
Governo baixa tecto de benefícios fiscais
Prestações sociais sofrem corte
O plano para alcançar défice de 2,8 do PIB em 2013
Crescimento até 2013 é o mais baixo da Zona Euro
PEC: PSD mantém segredo sobre sentido de voto
Portas vai «estudar» PEC antes de decidir voto
PEC: Bruxelas pede consenso político


O que dizem economistas e empresários
PEC: «As mesmas medidas de há 30 anos»

Portugal diário "iol"
Imagem: LIVRO PORTUGAL EM CRISE

DA AGONIA DA MONARQUIA À IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA
ANTERO DE QUENTAL, BERNARDINO MACHADO, MANUEL DE ARRIAGA, HINTZE-RIBEIRO & OUTROS (Junho de 2006)
A presente antologia, dá a conhecer alguns dos mais belos textos, de reflexão política e cultural alguma vez escritos em língua portuguesa.
Os autores que integram esta colectânea fazem parte de uma geração de portugueses que pautaram a sua acção pelos mais sinceros e nobres sentimentos de Amor à Pátria, que atravessava um dos períodos mais angustiantes da sua história. O seu desejo manifesto era colocar Portugal entre os primeiros da Europa e do Mundo, sempre escudado na nobre pretensão consubstanciada pelas palavras de Augusto Fuschini "... pelos princípios da Humanidade e da Justiça."
O leitor irá encontrar reflexões de alguns dos mais eminentes intelectuais portugueses, dos quais destacamos: a elegância literária de Vieira de Castro, a linguagem ardente de António José de Almeida, a ironia de D. Luís da Câmara Leme, a consistência intelectual de Manuel de Arriaga e Bernardino Machado.
ISBN: 989-95063-2-X Dim: 15,00 cm x 21,00 cm P.V.P.: Aprox: 18.00 euros

sexta-feira, 5 de março de 2010

Castanheira Barros é o 4º candidato à liderança


Eu sou o candidato, não dos que têm lugar cativo na bancada central, como acontece com os três outros concorrentes, mas sim dos que vão para a geral ou também dos que vão para a bancada mas não têm lugar cativo e ainda daqueles que nem sequer são autorizados a entrar no estádio”, declarou.

Castanheira Barros garante quem vai ser o “candidato de todos os sociais-democratas” e que consigo “não haverá militantes marginalizados”.

“Todos vão ser necessários para estas novas lutas que se avizinham”, sublinha.

Castanheira Barros é o quarto candidato à liderança do PSD e junta-se a Passos Coelho, Aguiar Branco e Paulo Rangel na corrida à sucessão de Manuela Ferreira Leite.

Promover "a renovação" do partido e "um regresso às origens e ao pensamento de Sá Carneiro" são as metas a que se propõe o advogado que se destacou na luta contra a co-incineração.

Fonte: Rádio Renascença

site http://www.castanheira.net/

Orçamento 2010 e implicações no Distrito de Portalegre

DISTRITO DE PORTALEGRE EM COLÓQUIO PÚBLICO
A Comissão Política Distrital do PSD em coordenação com o Deputado Cristóvão Crespo (eleito pelo Distrito de Portalegre)vão estar no próximo dia 5 de Março (Sexta-Feira), pelas 21.oo horas, no Auditório do Museu das Tapeçarias em Portalegre num colóquio público sobre " O Orçamento de Estado 2010 e as suas implicações no Distrito de Portalegre". O Deputado Miguel Frasqilho (Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD) será um dos oradores.

terça-feira, 2 de março de 2010

Portugal vai criar primeiro robô vigilante do mundo

Vão ser lançados os primeiros robôs vigilantes «inteligentes» do mundo. Um conceito «made in Portugal», que vai estar disponível no mercado em 2012, anunciou, esta segunda-feira, o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (Inesc Porto).

«Robvigil é o nome do projecto que arrancou em Fevereiro pela mão de um consórcio de 1,2 milhões euros composto inteiramente por empresas portuguesas, mas dirigido ao mercado internacional e cujo objectivo é criar os primeiros robôs vigilantes "inteligentes" do Mundo», refere o Inesc Porto, em comunicado.

Além do Inesc Porto, integram o consórcio a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e as empresas Clever House - Sistemas Inteligentes, Strong Segurança e Sinepower Consultoria.

Robôs são capazes de seguir pessoas

Estas máquinas de segurança são capazes de realizar as tarefas mais perigas no âmbito da vigilância, como «seguir e cercar pessoas, atravessar locais perigosos (com gás, chamas, etc.)», diminuindo os riscos para os trabalhadores deste sector.

«Dotados de uma capacidade de visão de 360 graus, estes robôs vigilantes deverão também conseguir detectar gases, incêndios, fumo e água no chão, e comunicar através de tele e videoconferência, quer com outros robôs quer com humanos», salienta o instituto.

Uma cooperação entre o homem e a máquina que pretende simplificar as tarefas dos humanos, um projecto co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder).
Fonte: Portugal diário "iol"

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....
OBS: Por contestação da Oposição o Executivo Socialista Recuou passado um mês. Baixa IMI (desce 0,1% )e Derrama (desce 0,75%) .