segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Castelo de Vide: Universidade de Verão "Jota" PSD


Uma centena de "jotas" juntam-se a partir de hoje em Castelo de Vide, para mais uma Universidade de Verão do PSD, iniciativa que volta a marcar a “rentrée” oficial do partido.

Com as aulas este ano a cargos de ‘professores’ como o presidente do Tribunal de Contas, que irá falar sobre corrupção, ou o antigo líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa, a semana irá terminar no domingo com o discurso do líder social-democrata, Pedro Passos Coelho. Esta intervenção “marcará a linha orientadora do partido nos próximos meses”, disse o secretário-geral do PSD, Miguel Relvas.

Já hoje, caberá a Miguel Relvas dar o ‘pontapé de saída’, com uma intervenção na abertura da Universidade de Verão. Defendendo que é Portugal que não está condenado a ser um dos países mais atrasados da Europa, Miguel Relvas irá apostar num “discurso de esperança”.

Ao longo da semana, além das ‘aulas’ do presidente do Tribunal de Contas e de Marcelo Rebelo de Sousa, outros ‘professores’ passarão por Castelo de Vide, como o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições Particulares de Solidariedade Social, Carlos Pimenta, ex-ministro do ambiente do PSD, e o presidente do conselho de administração da Vodafone António Carrapatoso, entre outros.

A Universidade de verão do PSD conta todos os anos com cem jovens alunos. Na presente edição, têm uma média de idades de 23 anos, sendo que 40 por cento são mulheres.


domingo, 21 de agosto de 2011

Adeus Abono de família: Efeitos do Governo Sócrates


No espaço de um ano, quase 600 mil crianças deixaram de ter direito ao abono de família, devido às regras implementadas pelo Executivo de Sócrates em 2010. Por um lado, foram eliminados os dois escalões mais elevados, por outro, as famílias passaram a ter de apresentar provas de todos os rendimentos que recebem.

De acordo com o boletim estatístico da Segurança Social, nos primeiros seis meses deste ano havia 1,16 milhões de beneficiários desta ajuda do estado, ou seja, menos 595 mil do que em igual período do ano anterior.

Contas feitas, no primeiro semestre deste ano, o Estado já poupou 160 milhões de euros, diz a TVI.

Esta redução é explicada por vários factores: o quarto e o quinto escalões deste abono foram extintos, a majoração em 25 por cento dos abonos para os dois primeiros escalões foi eliminada e a segurança social apertou o cerco na fiscalização. Tudo porque passou-se a considerar todos os rendimentos auferidos pelo agregado familiar para determinar se teria direito a apoios do Estado.


Estas alterações tinham como objectivo aliviar os encargos do estado com os apoios sociais, em nome do equilíbrio do défice público.

Veja o desenvolvimento da notícia na Agência Financeira

domingo, 31 de julho de 2011

Governo vai reorganizar nomeações na Admnistração Pública


O Governo deverá apresentar, já na próxima semana, um novo diploma para regular as nomeações na Administração Central. Isso mesmo foi anunciado pelo primeiro-ministro durante o debate quinzenal, no Parlamento.

O objectivo é «remover da esfera estritamente política estas nomeações, obtendo para este efeito um período que poderá estender-se até Dezembro de 2012» para a elaboração de um quadro definitivo das comissões por serviço que poderão cessar».

Passos Coelho aproveitou para esclarecer, já depois de ter abordado várias vezes as nomeações na Caixa Geral de Depósitos, quando interpelado pelos deputados, que o Governo entendeu «que deveria manter parte da anterior administração (quatro ex-administradores permaneceram)» e que «o reforço não teve em conta nenhum, mas nenhum critério de carácter partidário».

O primeiro-ministro argumentou que «todas as personalidades que foram nomeadas para a CGD têm currículos que falam por si e, objectivamente, quer o Dr. Nuno fernandes, quer o professor António Nogueira Leite, não construíram nem a sua vida académica, nem profissional à custa de favores dos seus partidos».

Por outro lado, «se existe uma intenção clara do Governo de não misturar partidos com administração de empresas públicas», Passos Coelho diz que «ser militante de um partido não é penalização para ser indicado seja para que sítio for».

E garantiu: «Quero dizer que não existe em nenhuma parte do país nenhuma nomeação que Governo tenha realizado em razão de cartões partidários». Nem no país, nem na CGD. «Sobre isso, estou tranquilo».

As nomeações podiam ter sido outras? «Podiam, mas foram esta e não foram em razão de nenhum favor partidário».

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As Medidas para um País à Beira da banca Rota



O Governo anunciou esta quinta-feira no Parlamento a criação de um imposto especial sobre todos os tipos de rendimentos sujeitos a IRS, que será equivalente a 50% do subsídio de Natal, a partir do salário mínimo. Se ganhar 1000 euros, paga 257,5 de imposto.

O anúncio foi feito por Passos Coelho, no dia em que se dirigiu pela primeira vez ao Parlamento na qualidade de primeiro-ministro, e na abertura da discussão do programa do Governo.

«Quero anunciar a adopção, com carácter extraordinário, de uma contribuição especial que incidirá sobre todos os rendimentos sujeitos a englobamento em sede de IRS, respeitando o princípio da universalidade». Ou seja, incidirá sobre todos os tipos de rendimento, incluindo salários, pensões, mais-valias bolsistas.

É uma «uma contribuição especial para o ajustamento orçamental», a vigorar apenas este ano.

O primeiro-ministro anunciou ainda que o «detalhe técnico» desta «medida temporária» está «a ser ultimado», e deverá ser «apresentado nas próximas duas semanas». O peso da medida será «equivalente a 50% subsídio de natal acima do salário mínimo nacional», concluiu.

Défice pior que o esperado

A medida destina-se a assegurar o cumprimento das metas de consolidação orçamental, que passam por colocar o défice público nos 5,9% do Produto Interno Bruto no final do ano. Uma meta difícil, tendo em conta que, segundo dados do INE, no final do primeiro trimestre, o saldo negativo era de 8,7% do PIB.

«Preparados para todos os cenários, ficámos ontem a saber que é com o mais indesejável e exigente que teremos de trabalhar», explicou. «Mas nem por isso deixaremos de cumprir as metas do programa de ajustamento da economia portuguesa», assegurou. Esta orientação «terá precedência sobre quaisquer outros objectivos, o Governo não sujeitará o país a quaisquer riscos nesta matéria».

Segundo o primeiro-ministro, esta contribuição especial renderá 800 milhões de euros ao Estado, um valor «indispensável para não deixar qualquer incerteza quanto ao resultado de défice a alcançar», e para que não persista o «risco de virem a ser precisas medidas de última hora».

A situação do país «força-me a pedir mais sacrifícios aos portugueses», admitiu o novo chefe do executivo.

Privatizações e reestruturação das empresas públicas antecipadas

Além da contribuição especial, o primeiro-ministro anunciou ainda a antecipação de duas medidas que constavam do acordo com a troika e do programa do Governo: já no terceiro trimestre deste ano avançará a reestruturação do sector empresarial do Estado (SEE), o programa de privatizações e a revisão do quadro regulatório, medidas destinadas a «promover a concorrência, a tornar o Estado menos intrusivo na vida económica, e a abrir a economia nacional aos estímulos do exterior».

Também já este ano avança um plano de «controlo rigoroso da despesa», um «ambicioso programa de monitorização e controlo de desvios orçamentais» que terá como tarefa «prevenir e corrigir eventuais desvios».

Mas porque, por cada medida de austeridade imposta aos portugueses, o Governo promete apoiar os mais desfavorecidos, avança até ao final de Julho o Programa de Emergência Social, que deverá começar a ser concretizado já no início do último trimestre deste ano. Entre os mais desfavorecidos que contarão com o apoio do Governo, Passos Coelho elencou «as crianças, idosos, desempregados que perderam o acesso ao subsídio e não conseguem trabalho, pessoas com deficiência e mulheres com filhos a seu cargo».

Governo trabalha em clima de angústia

«É neste clima de angústia que o Governo inicia funções», anunciou, dizendo esperar «estar à altura das expectativas do país».

segunda-feira, 20 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Portugal: Análise de Marcelo Rebelo de Sousa



Marcelo Rebelo de Sousa falou este domingo à noite, no habitual comentário na TVI, sobre qual poderá ser a composição do próximo Governo e as principais pastas.

O comentador falou também sobre os candidatos à liderança do PS, depois da saída de José Sócrates do cargo de secretário-geral.


http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/13443225/1

Marcelo Rebelo de Sousa comentou ainda as declarações feitas pela eurodeputada Ana Gomes ao líder do CDS-PP, Paulo Portas, dizendo que este devia processá-la, depois da socialista dizer que ele não têm idoneidade para integrar o próximo Governo.

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....
OBS: Por contestação da Oposição o Executivo Socialista Recuou passado um mês. Baixa IMI (desce 0,1% )e Derrama (desce 0,75%) .