quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Desemprego em portugal atinge 12,9%



A taxa de desemprego em Portugal subiu para 12,9 por cento em Outubro, um novo máximo histórico.
O nosso país apresenta a quarta maior taxa da União Europeia (UE) no total dos países dos quais o Eurostat disponibiliza números.
De acordo com os dados divulgadas esta quarta-feira pelo gabinete de estatísticas europeu, a taxa de desemprego em Portugal avançou uma décima por comparação com Setembro e seis décimas comparando com os dados de Outubro de 2010, quando a taxa se situou nos 12,3%.
Pior que Portugal estão a Espanha, cujo desemprego voltou a aumentar, agora para os 23,1%, a Irlanda, que chegou aos 14,3% (o mesmo valor de Setembro), e a Eslováquia, que se situou em Outubro nos 13,6%, mais uma décima que em Setembro.
Em contrapartida, o desemprego na Alemanha caiu mais que o estimado pelos economistas.
No caso português, o Eurostat indica ainda que o desemprego entre os jovens (até aos 25 anos) avançou três décimas entre Setembro e Outubro, situando-se agora nos 30,4%, e que o desemprego entre as mulheres continua superior ao registado nos homens (13,3% face a 12,6%).
UE com taxa de 9,8%, Zona Euro cinco décimas acima
Os números de Portugal superam a média da UE e da Zona Euro, que se situam nos 9,8 e 10,3%, respectivamente.
De acordo com os dados sobre o desemprego divulgados pelo gabinete de estatísticas europeu, quer a UE no seu todo quer a Zona Euro avançaram uma décima entre Setembro e Outubro deste ano e duas décimas por comparação com igual período de 2010.
O desemprego entre os jovens na UE (até aos 25 anos) situou-se em Outubro nos 22% e na Zona Euro nos 21,4%, continuando as mulheres a registar uma taxa de desemprego superior aos homens.
Já a taxa de inflação anual da Zona Euro foi de 3% em Novembro, valor semelhante ao registado em Outubro.

Tags: DESEMPREGO, EMPREGO, PORTUGAL, EUROSTAT, AGÊNCIA FINANCEIRA

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Madeira ao rubro

O PSD, na assembleia legislativa da Madeira, aprovou uma alteração ao regimento que vem permitir que um só deputado possa votar pelos 25 de toda a bancada.

(veja )

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Desemprego continua a subir em Portugal


A taxa de desemprego portuguesa ficou nos 12,4% no terceiro trimestre de 2011, o que traduz uma subida de 0,3 pontos percentuais face ao valor observado no trimestre anterior, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

A taxa de desemprego das mulheres (12,9%) excedeu a dos homens (12,0%), mas ambas subiram face ao trimestre anterior.

Estima-se que, entre Julho e Setembro deste ano, o número de desempregados em Portugal, se fixou nos 689.600 indivíduos, um aumento trimestral de 2,2% ou 14.600 pessoas. A juntar a isto, população empregada encolheu 0,8%, ou 39.300 pessoas, estimando-se que estejam agora empregados pouco mais de 4.853.700 de pessoas.

O INE destaca o aumento no número de mulheres desempregadas, superior ao registado entre os homens, e também entre os jovens (dos 15 aos 24 anos). Pelo contrário, o desemprego de indivíduos com 25 e mais anos diminuiu. Por níveis de escolaridade, o desemprego alastrou sobretudo entre indivíduos com ensino secundário, pós-secundário e superior. Há também mais pessoas à procura do primeiro emprego e desempregados recentes (nesta situação há menos de um ano). Pelo contrário, o desemprego de longa duração diminuiu.

Quadros despedidos e mais contratos em part-time

O emprego diminuiu em todos os grandes sectores, da agricultura à indústria, construção e até serviços.

No final de Setembro, Portugal tinha menos 24.400 trabalhadores por conta de outrem, mas também menos 14.700 trabalhadores por conta própria. De entre os trabalhadores por conta de outrem, diminuiu sobretudo o número daqueles que tinham um contrato de trabalho sem termo.

Ao passo que o número de trabalhadores a tempo completo caiu em 45.400 indivíduos, registou-se um aumento do número de trabalhadores a tempo parcial (mais 6,2 mil).

Lisboa, Madeira e Algarve com taxas mais altas

Por regiões, as taxas de desemprego mais elevadas foram registadas em Lisboa (14,6%), Região Autónoma da Madeira (14,3%), Algarve (13,3%) e Norte (12,7%). Os valores mais baixos foram observados no Centro (9,4%), na Região Autónoma dos Açores (11,6%) e no Alentejo (12,3%).

A taxa de desemprego aumentou em todas as regiões, com excepção do Centro e do Algarve, onde diminuiu. Os maiores acréscimos ocorreram na Região Autónoma dos Açores, Lisboa e Região Autónoma da Madeira.

O INE revela ainda que a população activa residente em Portugal diminuiu 0,4% (abrangendo 24.600 indivíduos) face ao trimestre anterior. Já a população inactiva com 15 e mais anos aumentou 0,9%, face ao trimestre anterior, abrangendo 30.700 indivíduos.




Fonte: portugaldiário

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Grave: Endividamento das Câmaras Municipais


Orçamento do Estado atira 103 câmaras para o 'vermelho'
Sem terem somado um euro à dívida, um terço dos municípios do país ficam por via administrativa em situação de endividamento excessivo
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Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/orcamento-do-estado-atira-103-camaras-para-o-vermelho=f682854#ixzz1bmOBNyQr

Fonte: Expresso

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Deputado reune com Administração dos Hospitais Elvas/Portalegre



-NOTA DE IMPRENSA –


Procurando manter-se fiel aos compromissos assumidos com os seus eleitores e prosseguindo uma intervenção política de permanente acompanhamento e proximidade em relação à situação e aos problemas do Distrito pelo qual foi eleito, o deputado Cristóvão Crespo reuniu, na última sexta-feira, dia 21 de Outubro, com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).


Nesta reunião de trabalho foram passados em revista e analisados diversos temas ligados à organização, gestão e prestação de cuidados de saúde às populações do Distrito de Portalegre, nomeadamente:


1. Convenções para consultas, tratamentos e exames complementares de diagnóstico com entidades privadas e/ou externas à ULSNA.
2. Reorganização da rede de cuidados de saúde primários no Distrito, à luz das recentes medidas tomadas pelo Conselho de Administração da ULSNA e relativas a novos horários dos centros de saúde, fusão de unidades e extinção de extensões de saúde.

Foi consensual que não existiu nem existe, por parte do Ministério da Saúde, a indicação ou imposição de qualquer medida concreta; mas tão-só, e tendo em conta a difícil situação económico-financeira e orçamental do País, uma orientação, de carácter genérico, no sentido de uma gestão mais racional, rigorosa e eficiente dos recursos disponíveis.
Trata-se, acima de tudo, de adequar o nível da despesa aos fundos disponíveis para a financiar, com o objectivo primordial de assegurar a sobrevivência do Serviço Nacional de Saúde, garantindo a prestação de cuidados de qualidade a todos os Portugueses.

Aos diversos serviços e entidades integrados no Ministério da Saúde (entre os quais se encontra a ULSNA), e aos respectivos dirigentes, cabe, neste contexto e tendo em conta a especificidade de cada uma das realidades locais, identificar e implementar medidas que concorram para esse desígnio comum.
O deputado Cristóvão Crespo não deixou, a este propósito e perante o Conselho de Administração da ULSNA, de acentuar claramente a sua posição de que é essencial, independentemente das medidas que já foram ou venham a ser postas em prática, garantir a equidade no acesso aos cuidados de saúde, em particular no que se refere a sectores mais vulneráveis e/ou mais desfavorecidos da população do Distrito.
Por outro lado, manifestou a sua firme convicção de que os Autarcas têm que ser vistos como interlocutores directos e parceiros privilegiados da Administração Central, e dos seus organismos, e devem ser ouvidos e envolvidos, de forma proactiva, em qualquer processo de mudança que ocorra a nível dos respectivos Municípios.
No caso concreto das alterações ao funcionamento de centros e extensões da saúde, tal não aconteceu; o que não pode deixar de se registar de forma crítica, esperando que ainda venha a ser possível encetar e aprofundar um diálogo produtivo com os Autarcas, na procura daqueles que, em cada caso, serão os contributos possíveis de cada uma das partes para a obtenção das melhores soluções.

Portalegre, 23 de Outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cavaco Silva critica cortes na Função Pública






O Presidente da República é «coerente», e discordou do corte de 5% no salários dos funcionários públicos, em Janeiro, realizado pelo anterior Governo, voltando agora a criticar a opção do Executivo de Passos Coelho em retirar subsídios de Natal e de férias, de novo à Função Pública - e só à Função Pública.«É a violação de um princípio básico de equidade fiscal», afirmou esta quarta-feira Cavaco Silva, à saída do 4º Congresso Nacional dos Economistas, sublinhando que «a redução de vencimentos e de pensões a grupos específicos é um imposto». «Vem nos livros», disse ainda, discordando, por isso, da alocação desta verba do lado do corte da despesa, como fez o Governo, quando, para Cavaco, estes cortes são um «imposto», e, por isso, receita.

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....

Em Setembro era ASSIM...Em Outubro executivo dá razão à oposição....
OBS: Por contestação da Oposição o Executivo Socialista Recuou passado um mês. Baixa IMI (desce 0,1% )e Derrama (desce 0,75%) .